Uma comitiva da cidade de Nago, localizada na província de Okinawa, Japão, esteve na Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL) nesta segunda-feira (3). A visita foi organizada pelo escritório da Sister Cities Brazil, que apoia relações entre cidades irmãs. Londrina e Nago mantêm essa parceria desde 1998.
Durante o encontro, os representantes japoneses demonstraram interesse no ambiente de inovação e no setor empresarial de Londrina. Eles apresentaram um projeto de cooperação focado na sustentabilidade, com ênfase na descarbonização urbana e no intercâmbio de tecnologias.
O prefeito de Nago, Taketoyo Toguchi, ressaltou a importância da colaboração internacional e manifestou o desejo de contribuir para o desenvolvimento de Londrina por meio da tecnologia japonesa. Por sua vez, Vera Antunes, presidente da ACIL, destacou o papel dos imigrantes japoneses na história da cidade e a relevância das parcerias globais para fomentar inovação e gerar novas oportunidades.
O encontro também deu continuidade a um trabalho iniciado há três anos, com o objetivo de fortalecer as relações comerciais e institucionais entre as duas cidades. Liz Rodrigues, presidente da Sister Cities Brazil, explicou que o escritório em Londrina foi criado para apoiar cidades brasileiras no desenvolvimento de relações internacionais e projetos com cidades irmãs.
A visita da delegação japonesa integra as comemorações do centenário da Associação Okinawa Kenjin, celebrado em São Paulo, e incluiu passagem por Curitiba. No âmbito da sustentabilidade, as cidades firmaram compromisso para troca de informações econômicas e tecnológicas, visando prospectar projetos conjuntos.
O projeto apresentado envolve a Prefeitura de Londrina, a Universidade Estadual de Londrina, a ACIL e órgãos estaduais, com o objetivo de promover cidades neutras em carbono e disseminar tecnologias japonesas de descarbonização.
Participaram da reunião autoridades de Nago, representantes da ACIL, membros da Sister Cities Brazil, além de especialistas em desenvolvimento urbano e comércio internacional.
Fonte: portallondrina.com.br












