Em Londrina, a partir do dia 30 de agosto, tem início uma série de atividades dedicadas à conscientização sobre o Alzheimer, integrando o Setembro Lilás 2026. A abertura será realizada no aterro do Lago Igapó, a partir das 8h, promovida pelo Instituto Não Me Esqueças, com o apoio da Prefeitura e da Secretaria Municipal do Idoso.
A programação da manhã inclui uma aula de yoga, brincadeiras, gincanas, apresentações culturais e orientações sobre a saúde do cérebro. O público poderá aferir pressão arterial, medir glicemia e participar de um rastreio cognitivo, que avalia funções como memória, atenção, linguagem e orientação.
O principal objetivo da campanha é informar sobre a importância do diagnóstico precoce do Alzheimer, destacando os sinais de alerta e incentivando a busca por avaliação médica diante dos primeiros sintomas. De acordo com o Relatório Nacional sobre a Demência, o Brasil tinha cerca de 2,5 milhões de pessoas com Alzheimer em 2019, número que pode ultrapassar 5 milhões até 2050 devido ao envelhecimento da população.
Idosos cadastrados nos Centros de Convivência do Idoso (CCI) terão transporte gratuito para o evento, com saída dos ônibus às 7h30. A iniciativa visa promover a informação, combater preconceitos, incentivar a prevenção e fortalecer a convivência social e autonomia dos idosos.
Durante o mês de setembro, outras atividades estão programadas. No dia 9, o geriatra Dr. Marcos Cabrera ministrará a palestra “Alzheimer: o diagnóstico importa” no Sesc Londrina Centro, às 14h. No dia 15, o neurologista Dr. Fábio Porto abordará novas perspectivas de diagnóstico e tratamento da doença no Auditório da Unimed Londrina, às 19h, com ingressos gratuitos disponíveis pelo Sympla.
Entre os sinais de alerta para o Alzheimer estão a perda de memória, dificuldade em realizar tarefas diárias, alterações de humor e comportamento, além de problemas com orientação e tomada de decisões. Mudanças persistentes que interferem na rotina devem ser investigadas por profissionais de saúde.
O diagnóstico precoce permite cuidados mais adequados, avaliação de tratamentos e participação ativa da pessoa nas decisões sobre sua saúde e futuro. Atualmente, existem opções de tratamento que podem retardar a progressão da doença, especialmente quando iniciados nas fases iniciais.
Fonte: portallondrina.com.br











