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CPI do Crime Organizado convoca Ibaneis, Cláudio Castro e Campos Neto para depoimentos

A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI do Crime Organizado) do Senado aprovou, em sessão realizada na terça-feira (31), a convocação dos ex-governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. A medida visa aprofundar as investigações sobre as relações entre esses ex-gestores e entidades envolvidas em operações suspeitas.

Convocação de Ibaneis Rocha

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), autor do requerimento de convocação de Ibaneis, destacou a importância do depoimento do ex-governador para esclarecer as relações comerciais entre seu escritório de advocacia e entidades investigadas pela Polícia Federal. Vieira enfatizou que é fundamental entender os critérios que orientaram as decisões do governo relacionadas às negociações entre o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master.

Importância do depoimento de Cláudio Castro

Sobre Cláudio Castro, o senador Vieira argumentou que seu depoimento trará um panorama estratégico essencial para a CPI. Segundo Vieira, o Rio de Janeiro tem se tornado um centro complexo de dinâmicas do crime organizado, e a colaboração de Castro é vital para investigar as falhas institucionais que dificultam o combate à lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.

Convocação de Roberto Campos Neto

Além dos ex-governadores, a CPI também convocou Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, que não compareceu à reunião anterior. A convocação foi solicitada por Vieira, que ressaltou que a presença de Campos Neto é necessária para elucidar questões relacionadas aos procedimentos e práticas do Banco Central, que podem ser relevantes para os trabalhos da comissão.

Próximos passos da CPI

Os senadores da CPI decidiram convocar os ex-governadores após suas ausências em convites anteriores. Além disso, a comissão aprovou pedidos de quebra de sigilo de pessoas físicas e jurídicas, conforme as novas diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essas ações visam garantir a transparência e a eficácia das investigações em andamento.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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