Os perfis genéticos dos detentos serão inseridos no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), onde passam por cruzamentos automáticos com vestígios de cenas de crime, contribuindo para a identificação de suspeitos, a conexão entre ocorrências e o avanço de investigações, inclusive de casos antigos.
Fonte: www.parana.pr.gov.br












